" Sigo em frente, pra frente eu vou
sigo enfrentando as ondas onde muita gente naufragou ..."



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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Estado terá IPVA mais barato a partir de 2012


Os contribuintes do IPVA de Pernambuco vão pagar o imposto referente ao exercício de 2012 com uma redução média de 4,8% em relação ao valor cobrado em 2011. A tabela para o próximo ano será publicada no Diário Oficial de amanhã. Os valores podem ser recolhidos em três parcelas ou em cota única, com desconto de 5%.
A medida, além de beneficiar diretamente os proprietários de automóveis do estado, serve também como estímulo à atividade econômica. "Somos o único governo da história de Pernambuco que não enviou nenhum projeto de lei à Assembleia Legislativa aumentando a carga tributária. Ao contrário, aproveitamos todas as oportunidades para reduzir impostos. E é isso que estamos fazendo agora com esta medida", comentou o governador Eduardo Campos, logo depois de assinar o decreto que concede o benefício.
Parcelamento
Além da redução no IPVA 2012, o Governo do Estado está oferecendo outra facilidade para os contribuintes em atraso com o imposto. A partir de 1º de janeiro de 2012, os proprietários de veículos poderão quitar o débito, de exercícios anteriores, em até 10 parcelas mensais e consecutivas, conforme previsto na Lei nº 14.503, de 07 de dezembro.  Antes, os valores pendentes só poderiam ser pagos em até três parcelas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

CPMF voltará,"É um novo imposto"



 Sem caneta na mão, mas com 'muitos baldes de saliva para gastar' na tarefa de unir a base aliada, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), admite que o governo ainda quer a criação de um imposto para financiar investimentos em saúde no País e arrecadar mais R$ 45 bilhões por ano. A expectativa do Palácio do Planalto é que o tributo seja aprovado em 2012, apesar das dificuldades previstas por causa das eleições municipais. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, ao mencionar as 'fontes' em debate para custear a saúde, Ideli não fez rodeios para definir do que se trata: 'É um novo imposto'. Articuladora política do governo, a ministra garantiu, porém, que nada sairá neste ano porque decisões assim precisam ser 'adequadas' à situação econômica. 'Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro', ponderou.
Cinco dias após a Câmara ter aprovado a Emenda 29 - que define os gastos com saúde para União, Estados e municípios -, Ideli reiterou que o dispositivo não resolve o problema porque não indica de onde virão os recursos. Para ela, a comissão acertada entre os governadores e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), poderá 'resgatar' projetos de lei que criam base de cálculo para a nova versão da CPMF, o imposto do cheque extinto em 2007. 'Nós já colocamos o dedo na ferida', disse Ideli.