Os ataques que vem
sofrendo nos últimos dias servem de cortina para um jogo pesado, que
vai além do momento atual. Mira pelo menos três anos à frente.
O
jogo político, infelizmente, também passa pela briga de poder entre
lideranças de regiões do país. O que é inaceitável. O Nordeste mudou.
Cresce e se desenvolve com as próprias pernas. É inaceitável também que
volte a ser carimbado como reduto do que há de mais atrasado no
exercício da prática política.
Pernambuco vive um momento especial. Recebe recursos porque apresenta e executa os seus projetos. É fato, não privilégio".
Magno Martins
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